
Obras, gravações e ISRC espalhados em arquivos soltos. Quando precisa, ninguém acha a versão certa.
A divisão de direitos some no histórico do WhatsApp. Na hora do dinheiro, vira discussão sem prova.
Adiantamento, recoupment, quem ainda deve a quem. Sem um lugar que feche a conta, é tudo no chute.
Obra ligada à gravação, gravação ligada ao projeto, projeto ligado ao artista e ao split. Mexeu num, o resto entende. O direito deixa de ser combinação verbal e vira estrutura que fecha a conta.

Cada faixa com status, do não gravado ao lançado, ISRC e a obra que ela registra. O acervo inteiro numa leitura.

Álbum, EP, single: o projeto amarra obras, gravações, artista e prazo. O que está em andamento aparece primeiro.

A divisão de direitos virou barra visual. Se não soma 100%, o catálogo avisa. Recoupment por artista, sem chute.

Pessoas, projetos, obras e gravações contados. Fragilidade aparece antes do inventário: o que precisa de mão, primeiro.
Quem fez tem direito. O catálogo é onde isso fica provado.
Catálogo TomOS é da Pala Studio. Feito na operação real de quem produz música.